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domingo, 3 de setembro de 2017

Operação 81 split Neged Ha Kibush - Free Tali Fahima


*Split entre duas bandas anarcopunks, uma brasileira (RJ) e outra de Israel
Operação 81 é uma banda que esteve muito ativa na movimentação anarcopunk nos anos 2000 e com seus integrantes envolvidos em atividades políticas de sua região.
Neged Ha Kibush é uma banda de Tel Aviv, formada por anarcopunx focados em ativismo e contra-cultura politizada, sua sonoridade é mais hardcore, por vezes chegando ao crust punk. 

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Cacto urbano


quinta-feira, 17 de agosto de 2017

MortantØ - Poezine

Frustrado
Me acordei do passado
Muita coisa deixada de lado
Não que eu as tenha velado
As vezes discrente
Vivo no presente pra frente
Batendo de frente com gente
Apenas choques de mente.
*zine de poesias, tamanho 1/2 A4, 8 paginas... poesias sobre frustrações, choques, introspecções, álcool, existência, solidão, fim, lastimas, egoismo...
ContatØ: alvØradadØnada@riseup.net

O não cotidiano de Juänitâ - destruindo a faixa etária *zine/conto

Juanita é uma ratinha que mora numa okupa no centro de uma grande cidade, ela nunca está parada, sempre daki pra lá, de lá pra cá, quase sempre quando akorda escreve algo para o seu zine...

*zine/conto "infantil", tamanho 1/2 A4, 20 paginas.. zine conta a um pouco da "historinha" de Juanita (uma ratinha) seus roles, pensamentos, atividades, prazeres e uma pequena aventura...


sábado, 15 de julho de 2017

Flor Resta - poezine

BICICLETA. JUNTOS VOAM PELA PEQUENA CIDADE ONDE RESISDEM. CITY FLOR RESTA
Ao voar a Rua Voar é preciso
Cremo-me nesse dia qualquer.
Ao caminhar até Rua Caminhar é preciso
Fumam-me numa noite qualquer.
ao anarquizar até a Rua Anarquia é preciso
Empalam-me numa tarde qualquer.
Ao vaginar-me até a Rua vagina é preciso
Vacianm-me com morte lenta.
(MATOS AVLES GRÉGORIO SEVLA OCEANO da SILVA AVLES - REDUÇÃO POPULACIONAL
e o veneno contido nas vacinas são um dos maiores planos da industria farmaceutica junto com grandes milionarios. Recentemente está para ser tornar lei ke todas as crianças devem ser vaciandas para freuqentar a escola afirmou, métodos de matança lenta.)


*poezine 1/4 de A4... poesias DADA

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domingo, 2 de julho de 2017

FINITO (DEDÉIAS\SEVLA - fagulhas e centelhas)

Sólida Solidão

Conversa não vai
conversa não vem
O silêncio convidou a mim
e a mais ninguém
A esse colóquio mental
onde o ejacular das idéias
é a pauta principal.
Eis que aparece o trem
Com as horas
em seus vagões
Trazendo pressas e emoções
rimas e desilusões.
outrora longe
antes d'eu me sentir só
sentir de mim mesmo dó
e logo me esbofetear mentalmente
Acorda corpo indiferente
limpa seus amarelos dos dentes
voa, desenraiza desse chão
Martela essa sólida solidão.
(Dedeiüsk -nadando nü nada) 
* zine de poesia 1/4 de A4... "12" poesias DADA... poezine, tragédia, loucura, sobrevivência, marginalidade, amargura, chorar, tristeza, protesto, pureza, morte, mantras, devaneios, defecar, pensamentos, solidão, conversas, ejacular, desilusões, emoções, literatura, religião, comercio, dinheiro, artista, anarcxpunk, politica, apartidarismo, artesanato, álcool, transar, asas, guerras, voar, fome, vazio, temor, vultos, delírio, absurdos, roubar, infinito, verdade...

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quinta-feira, 15 de junho de 2017

Mortanto 1

Certo dia estava eu a
imaginar, a arte que 
do lixo pode se kriar
Neste dia queria eu
que as maquinas parassen
de funcionar
Para que o brilho das
estrelas pudecemos
observar e o ar que
Respiramos parasse
de sufocar...

"Quando me acordei
me pus a reciclar."

Sub-Existência

De baixo de uma ponte
Passa um arroio
Crianças surfam
No mar de cólera, miséria e descaso
Coliformes políticos
Boiam em direção
Ao futuro desses réus inocentes
Que ardem um duro presente
Se arrastando discrente pra frente.

* zine tamanho meio A4, 10 paginas... colagens, poesias e pensamentos...
ContatØ: alvØradadØnada@riseup.net

segunda-feira, 12 de junho de 2017

40 ano$ de que???? de quem e porque????

- Punk no tem idade, não existe uma data de nascimento, não começou com uma banda, nem com um fanzine e nem quando a imprensa/mídia musical decidiu promover para seus fins mercantilistas.
- Punk não tem sexo, nem interno e nem externo, é andrógino por excelência.
-Punk não tem pátria, não nasceu em nova york e nem em londres, simplesmente as grandes potencias tiveram os recursos para difundir-lx , e assim o fizeram.
- Punk não tem raça, embora tenha sido @s negr@s "@s primer@s" a experimentar-lx, ocultados e ignorados até que os brancos "apropriaram-nx"...
- Já havia punks muitos antes de 77 tocando e protestando, das ruas aos guetos, e novamente, a mídia e os empresários, só promovem xs que podem comprar e corromper e xs "garotxs", que embora travessos, são como eles.
Para dizer que o punk nasceu em 77 é como dizer que Deu$ criou o homem, não foi algo mágico ou instantâneo, punk é um conjunto de elementos e expressões usados e utilizados por um grupo de jovens que os usavam para provocar, sobreviver a margem da sociedade e para tentar subverter este mundo.
- A esta altura, o que é tipico dx Punk, moicanos e cristas???
Sabemos que estes vem dos indígenas guerreiros em luta continua contra o extermínio e expropriação dos brancos..
- Cabelos coloridos? estes já têm sido usados desde o século passado, no início pelos dadaístas.
- Dreadlocks? Dreadlocks já "foram" utilizados por grupos africanos, fugitivos, escravos e comunidades afro-americanas na resistência.
- Fanzines? Colagens? Fotomontagens?, Estes já têm sido usados desde os anos 20 aos anos 60 pelos dadaístas, surrealistas e situacionistas.
- A música" ? O barulho? Já havia grupos barulhentos e politicamente conscientes desde o final dos anos 60.
- O "visu", a vestimenta?
O negro, jaquetas de couro, pregos/rebites e calças customizados já foram utilizados por choppers e motociclistas dos anos 50 e 60.
- As botas? desde o início do século passado já foram usadas por pais e filhos de trabalhadores, que hoje foram apropriadas pela dr Marteens e a sub-cultura militarizada que a glorifica e sua forma de amarrar cadarços ...
"Depois disso, o que sabemos ser próprio dx punk?, Estamos comemorando?, Mas, acima de tudo, sabemos a que movimento pertencemos?"
Conheça a sua história, investiga e não deixe ninguém lhe dizer diferente!
Celebre que x punk ainda está vivo hoje, no passado e amanhã...
Celebre com isto e se você quiser, com trajes; mas não demos de mão beijada a quem querem vê-lx mortx!
só que punk não para por ai, das bases a que foi construído e emergido, então, limita-lo a isto tbm é mata-lo...
Uma postura radikal/konta-kultural de todo dia e todo lugar, uma vivência intensa, não só de points e gigs... resistência e ruptura ao marasmo e comodismo e as pessoas ditas "punks" que apenas deturpam o punk (e o faça você mesmo) com suas modinhas, culto a bandas e seus visus comprados...
Estética Punk que extrai da androginia, do lixo e da desesperança a sua linguagem, que transforma o corpo em arte, mas não em arte burguesa...
Resto que se destaca na paisagem, com seus trajes "incomuns", muitas vezes sujos e desgastados, numa fantasmagoria de seres mortos/vivos, invadindo todos
os cantos da cidade com seus modos rudes e sarcasmos...
Uma experiência de todo dia, de fazer da privacidade do ambiente doméstico o ponto de partida da política e de com isto, deslocar a política e a arte
de ser um lugar privilegiado...
Radicalismo punk que busca sobreviver numa sociedade injusta e desigual e por isso não aceitaremos calados essa realidade.
Resistência que busca interagir os meios de sobrevivência de uma forma autônoma e prazerosa...
Ruptura com os comodismos consumistas que comercializam/massificam o Punk como um mero adereço/produto...
Radicalismo que prima pela troca de Punk pra Punk, por afinidades e não por mera aglomeração de corpos...
Resistência aos massacres cotidianos de toda essa merda social/cultural e as mazelas da subvida...
Ruptura e pessimismo a toda (a)culturalização imbecil que nos é empurrada todos os dias...
Criar os próprios meios e relações de vivência, a margem, desdenhando e renegando a sociedade e suas manifestações superficiais, valores fúteis, prejudiciais ao desenvolvimento de uma personalidade autentica...
Contestação e questionamentos a toda ordem vigente que cria seres desprovidos de porquês e que engolem respostas pré-fabricadas pela corja social...
Desconstruir a inercia, passada de geração para geração, a padronização, sua moda, suas crenças debeis, sua rotina de ilusões...
Negação da limitação em vangloriar-se de sua limitação na imensidão do mundo...
De margem, porque procuramos nos abster dos padrões/preconceitos que se criaram na sociedade (e que a regem): a homofobia, regionalismo, nacionalismo, machismo,
possessividade, autoritarismo, o moralismo e o puritanismo cristão, políticas (centralizadas/hierárquicas) e partidarismos.
Punk radikal como continua ruptura, um espasmo de anti-arte, um choque ao já esperado... seres que optam através de distintas linguagens expressar o que sentem diante de uma vida pronta, morta e acabada!!!


domingo, 11 de junho de 2017

Não vou me adaptar - zine

Para principio de conversa
você não tem direito a resposta
nem a nenhuma outra palavra
e já fica pré estabelecido
a ordem e o progresso
para o inicio do genocidio

Presidios crescem em 7% ao ano a taxa de detenção
sendo que 11 para 1 são negros

Enquadrado como bicho engaiolado
transtornado traumatizado travado
de si mesmo privado
a norma de conduta capital
porta a chave e tranca a porta
e vive livre e impune a nos condenar
as leis não beneficiam o povo
e quem as defende quer nos calar

*zine tamanho 1/4 de A4, 8 paginas feito pelo "Coletivo Problema"...
textos sobre genocídio, presídios, tecnologia, desigualdade, trabalho, fronteiras, guetos, conformismo, desinformação, competição, alimentação... tudo em forma de poesias e colagens...

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