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segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

A natureza farpa - poezine


Passarinhos cantavam presos em gaiolas
Os pedaços de bife de boi balançavam no açougue
O bebe de Lady Batista bebia litros de leite
O bezerro da vaca mimosa subnutrido
Sem ter o que mamar
Cachorros se rodeavam agoniados dentro de um apartamento
Gatos que desaprendem a caçar imploram ração
Peixes tóxicos boiam secos em rios podres
Arvores centenárias sendo devastadas
Prédios
Cimento
Concreto
Fumaça
Fezes
Humanidade
Pelos cantos carcere canteiro
Condomínio e propriedade
Cidade
A natureza vala

*poezine tamanho 1/4 de A4, 8 paginas... colagens, desenhos e poesias sobre natureza, prisões, consumismo, trabalho, poluição, tecnologia destrutiva, machismo, doença, progresso, ganância, poder, culturas destruídas, reciclagem e rebelião...

domingo, 2 de dezembro de 2018

Planta tu Misma! - poezine

MANIFESTO
La sociedad com su fin último
Superior: la represión
Bloquea a través de nuestros corpos
Y nuestros pensamentos racional
El encuentro de las almas transparentes
Deseosas de sentirse lo que no
Podemos demostrar con palabras.

Más allá de está amargura
Esta visión mundana ególatra
Que nos arremeten
Hay partículas forcejeando
el universo para encontrar
en aquellos seres que transcienden
la guerra en busca de una paz
desplegando las alas efímeras
colmadas de amor y comprensión
El oxigeno que nos habita
En mentes inhertes
Recibe este aliento vital.

*poezine, 8 paginas, tamanho 1/4 de A4, em espanhol... poesias sobre anonimo, manifesto, mitologia charrua, morte, ação direta, recicle, velha guarda republicana e republica, terra e liberdade, pensar em nada, sou uma bruxa...

Trocas/escambos


sábado, 1 de dezembro de 2018

Sob os escombros da cidade #2 - punkzine


Na busca incessante de ideias incendiárias e experiências 
criativas/espontâneas/subversivas é que afio o bisturi do
contraste social pra fuder radicalmente em mim quaisquer
expectativas ou determinações de estrutura
capitalista/burguesa que excluí, oprime e oferece migalhas a
população em forma de politicas precarizadas e
salárias degradantes que não atendem de fato as reais
necessidades de (sub)existência dos indivíduos, cada vez mais
engolidos pelo cotidiano da loucura urbana. É neste contexto
nefasto, pouco ou absolutamente desfavorável a justiça social
que este espaço de recusa mais uma vez se insurge objetivando
expor, mas nunca impor, isso jamais! Uma maneira de pensar,
de sentir e agir frente as circunstâncias que desencadeiam e
denunciam a realidade cruel e insuportável que é o cotidiano no
século XXI... bem vindos ao asilo da existência, lugar onde a vida
do outro não vale porra nenhuma.

* 2° numero desse zine muito bom,  (ver n° 3 aqui ) produzido pelo mano Dan, que chegou as minhas mãos através desse intercâmbio massa que tamos firmando por esses tempos, com o tempo vou postando algo sobre outros materiais...
Nesse n° muitas colagens, texto anti-nuclear, Teatro Cilaio Ribeiro (okupa cultural), dicas de filmes, livros, discos e produções marginais independentes e relatos de uma vivência....
12 paginas, tamanho 1/2 A4

Quem tiver interesse, disponível pra trocas/escambos por aqui ou se quiserem o contato direto do Dan e desenvolver seu próprio intercâmbio direto de Punk pra Punk, só entrar em contato que lanço o contato do mesmo... UP!!!

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Que es Mon$anto? - folleto informativo


*folheto informativo sobre essa transnacional polêmica, seus malefícios e que tem provocado numerosos ações de suborno, falsificação de estudos e publicidade enganosa em vários países do mundo... 6 paginas, tamanho 1/2 A4


Rumores - poezine


Destroços, cadáveres
Crianças desfiguradas
A guerra aqui não se encerra
Nesta face horrorizada
Mórbida terra
Degradação humana
Explosão terrorista
Velas para Nagazaki
e flores para Hiroshima
Olhos trêmulos choram
Diante da violência fuzilam a paz
estupram a inocência
Arquitetos de destruição
promovem genocídios
Cidades e cemitérios
Neste mundo um asilo


*poezine tamanho 1/8 de A4 (1 folha A4 dividida em 8 partes)
poesias sobre guerras e suas sequelas, assassinatos, destruição, explosões, energia nuclear, sangue, violência, choro, famílias famintas, sem futuro, morte da natureza, caos, armas que não se calam, ganância, fome, destroços, cadáveres, crianças desfiguradas, horror, morbidez, degradação, estupros, genocídios e cemitérios...

Rumores

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Ruptura #1 boletim periódico do NHC - punkzine


...em crise abrangente e continua, promovemos o HARDCORE, uma nova realidade para Punk, não queremos alargar o pecaminoso quadro de militância em quatro paredes
para esses burgueses travestidos de anarquistas. Queremos ecoar nas ruas, na periferia, na realidade que muitos negligenciam.
Propomos uma nova organização, este zine é reflexo inicial de quem se expõem em tempo de mediações.
Em anos de carências ideológicas e estrutural conclamamos aos que não querem seguir na mentira a tomada de postura.
Não queremos de teu silêncio a nossa voz, queremos e primamos pelo combate ativo.
chega de impulsos retardados! Punk não é para servir de editorial em jornais e nem manequim antropológico de tvs.
Dentro desta neologia social nos mantemos distantes.

*zine de cunho punk/hardcore de 1995, tamanho 1/2 A4, 8 paginas... importante zine feito pelo NHC (Núcleo HardCore) para movimentação punk/hardcore no bra$il, 
e que até hoje ressoa por ai...
pena que tretas infantis e os egos inflados de muita gente embalista que se identificou como tal, "fizeram" de uma proposta radical apenas mais um chavão e
pano de fundo para que seus pensamentos prevaleçam sobre o "movimento", ignorando o fato de que PuNk não gira em torno dos seus umbigos...

o zine aborda as questões sobre a necessidade e importância dos points, sobre a proposta de uma movimentação hardcore, um breve histórico do punk/hardcore até a época  (mundo a fora e no bra$il) e um pequeno boicote a homofobia... + muitas colagens e fotos.

Trocas/escambos

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Insatisfação Continua...! n:# - punkzine


só vai acabar quando você morrer!
só vai deixar de matar quando alguém matar você!
Eu resistirei sobre suas carcaças, pois em suas mãos está a minha vida.
Mas é minha morte que você prefere. É minha carne que lhe sustenta.
É a minha pele em dias frios, que te esquenta.
Como você se sente sendo um assassino?
Não se choque com o noticiário, dando informações de mortes. 
Visite os matadouros, a sessão de congelados dos supermercados e veja corpos expostos.
Basta decidir qual o mais saboroso para o seu jantar.
Não se choque!
Sobreviva por mais um dia e me mate todos os dias.
Não se assuste!
Conte a verdade para suas crianças. Fale dos assassinatos em massa.
e diga que hitler não é nada perto de você!
Mas eu não te odeio!
Sei que estarei em cima de suas carcaças.
Humilhação e diversão são palavras bem parecidas.
Morte sem dor para mim. Isso é muito humano.
"Muito humano"?!
E sua Eutanásia?
E sua vida? Seus remédios,sua roupa, seu cigarro, seu baton, seu carro... e o seu amor?
Só por quem se parece com você?
Seu especista!
Mas, eu sei que estarei em cima de sua bela e tão eterna carcaça. Eu sei!
No fim de algum começo, eu estarei em cima de sua bela carcaça!


Funcionou muito bem, não? Onde quer que tenha se estabelecido o judaísmo ou cristianismo, ambos através de suas táticas manipulatórias e de guerra,
mantem-se com poucas exceções e raros questionamentos a ideia de que cabe a nós, super seres humanos escolhidos por deu$, dominar e se impor perante os outros seres vivos,
perante os outros animais, assim como, não obstante, do homem dominar se impor perante a mulher, do judeu ou cristão dominar e se impor perante as outras religiões,
do sexo uniforme sobre o sexo pluriforme, do amor cristão e monogâmico dominar e se impor perante qualquer outra forma de manifestação de amor.
Dessa forma, o segregacionismo se estabelece em uma civilização embrutecida pelo "amor missionário" bíblico,
fornecendo uma base teórica (muito fajuta, fantasiosa e pobre por sinal, apesar de estar contida no livro que ainda é mais vendido no mundo)
para a justificação da imposição e indocrinação de relações, que tituladas de cristãs e proclamadas como mensageiras de uma suposta paz,
apenas trouxeram o massacre ideológico e físico de centenas de bilhões de animais, centenas de milhares de seres humanos, e outras formas de vida.
Como, de qualquer forma, a maioria das religiões estão entrelaçadas de várias maneiras, tais atributos não são próprios do judaísmo ou do cristianismo.
è inegável, todavia, que na américa e na europa, por exemplo, a maior parte da responsabilidade pela tiranização do humano em relação ao meio e até a si mesmo
está em grande parte pautada pelos princípios bíblicos.


A criação de um deus, de um ser superior e atribuição a ele da criação, estabelecimento e manutenção de mecanismos de controle ideológico em populações,
agrupamentos e sociedades diversas está constantemente relacionada a construção de um sentimento e de um ideário especista do humano em relação ao seu meio.
Romper, questionar e se intrigar com especismo hoje, significa invariavelmente romper, questionar e se intrigar com toda a forma a qual muitas civilizações
e a sociedade se estruturam, principalmente essa sociedade tec-no-lógica que vivemos hoje.
Romper com a forma com que uma parte das religiões enxergam desde seus primórdios as relações homem x homem e homem x meio, 
romper e questionar as mais diversas relações de poder existentes é se opor a toda essa estruturação social patética organizada, nesse ocidente, 
pelo patético judaísmo e, principalmente, pelo patético cristianismo.

* punkzine de 2008, tamanho A4, "10 paginas", resenhas e cartazes de encontros/eventos/atividades/gigs, colagens, desenhos, poesias e textos sobre inocência, corpos e mentes livres e plurais, anti-especismo, especismo e influência bíblica, veganismo... anti-fascista e anti-oi!!!

Trocas/escambos

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Sob os escombros da cidade 3 - punkzine


Existe tempo para coisas antigas hoje?
será que a adaptação tecnologica-social é ireversivél?
Ou isso ainda há de nos servir e/ou nos prejudicar de um jeito ou de outro?
Eu continuo e pretendo continuar ouvindo discos, fitas k7, lendo e produzindo zines fulldidamente xerocados, enviando/recebendo correspondências,
escrevendo coisas em maquina de datilografar, intervindo nos muros da cidade, me encontrando com as pessoas nas ruas, apesar de minha city ocupar atualmente
o 2° lugar em violência na bosta do brasil e vivenciando coisas que só quem tá a margem tá ligad@. 
Para outr@s essas coisas apenas ocupam um lugar no cantinho da memoria de onde se mira um passado com nostalgia e distância porque no presente acabaram cedendo
as ilusões/pressões da sociedade que outrora negavam.
Para além de qualquer relação fetichista/nostálgica que envolva algumas das práticas mencionadas acima, esse texto tem a intenção de instigar questionamentos,
investigações, duvidas e possibilidades sobre a nossa relação com a tecnologia neste inicio de século.
O fato é que ela está ai e as coisas estão acontecendo. E agora? por exemplo, nossa relação com algumas tecnologias como a internet deve implicar tão somente impedimentos?
ou deixar de perceber potenciais estratégicos na utilização de certas tecnológicas disponíveis em favor da propaganda subversiva, não é impor limites as possibilidades
de ação? claro que quando eu sugiro estas questões não perco de vista os limites objetivos impostos pelas desigualdades no acesso a qualquer forma de tecnologia em nossa
sociedade, que, aliás, refletem uma grave realidade de exclusões históricas.
E muito menos a de que temos que nos render aos "avanços" tecnológicos, isso de forma alguma, pois os zines são a nossa principal forma de imprensa/mídia livres.
Os hackers por assim dizer, politizados, desde os anos 50 e 60 se inspiraram em trés princípios básicos que foram sendo aprofundados ao longo do tempo:
1 - O acesso aos computadores deve ser livre.
2 - Toda informação deve ser disponível.
3 - Desconfie da autoridade - promova a descentralização.
É mister afirmar que nada pode ou irá substituir a luta nas ruas, mas deixar de perceber novas formas para a propaganda contrainformacional, não seria "radicalidade"?
Se pensarmos nisso, por exemplo, veremos que o acesso a esse tipo de informação - que se veicula de forma independente, não profissional e em diversos formatos,
inclusive em espaços como a undernet - deep web, etc. ainda são bastante restritos. 
A asfixia cultural promovida pelos meios de comunicação/alienação em massa interdita propositadamente o discurso "critico", "louco" e "proibido" em sua programação,
ao mesmo tempo em que lesa os povos com entretenimento, consumismo e a reafirmação das relações de poder como se fossem naturais, impedindo as pessoas de cogitarem 
a livre informação exatamente pro não pensarem livremente.
daí a importância da propaganda/difusão de conteúdo livre em vários espaços e não da banalização com muit@s mau intencionad@s tentarão interpretar esta que é uma problematização
e não um manual de conduta/ações.

Por outro lado, pra irmos além da critica não construtiva, a ponte no acesso a certos conteúdos livres tem sido um ponto positivo quando se pensa em espaços 
virtuais que se propõem a funcionar como veículos de contrainformação. Alguns movimentos sociais, por exemplo, ao longo dos últimos anos perceberam nu uso estratégico
desses espaços em potências para a promoção de informação descentralizada e para a mobilização/articulação de pessoas em torno de causas e ações sociais.
Constatado isso, passaram a fazer uso massivo das redes sociais e de outras formas de interação na web para a interferência estratégica no mundo físico.
Enfim, o que importa nessa discussão é ir além dos estereótipos e dos discursos que representam estagnação - algo que está vivo precisa se movimentar, se ressignificar, 
se tornar novo esvaziando-se das convenções no conflito das ideias/praticas.

                  

*punkzine tamanho A4, 16 paginas... entrevista com a banda Helvetin Viemärt... Letras das bandas Total Desprezö, Banquete dos Vermes e Cinza e Ausência... Textos sobre espaços virtuais, EZLN e violência machista... Relatos/informes de gigs/eventos, bandas, coletanea... + fotos, colagens, poesias e sugestões/reviews...
 muito bom zine, com exceção as informações sobre eventos, todo o conteúdo bem atual/atemporal...

Disponível para trocas, de quem faz pra quem faz!!
Faça tu mesmx ou morra!!!


sábado, 6 de outubro de 2018

Vomito Ratazaniko - zine

Ouvi dizer que o futuro
Dura 3 segundos
então nossas vidas
São feitas de memorias
toda vez que bebo
esqueço
assim vou morrendo me esvaindo
com minha memoria
mas vou montando
ma construindo
e minha vida agora
uma historia
narrada pelas lembranças
de quem me acompanha

*poezine tamanho 1/4 de A4, 8 paginas... poesias e desenhos "existencialistas"...

Contatos pra quem tiver interesse em adquiri-lo:

instagram: anarkanurb
e-mail: nabrunhagra@gmail.com

domingo, 16 de setembro de 2018

Conluio 3 - punkzine

Sem Porta

A partir daqui rasgue suas regras e leis... Rasgue!
De nada vale está realidade se não pudermos ter outras.
De nada vale viver se não beijarmos os lábios da morte.
Para disso extrairmos todo o prazer!
De nada vale dormir se não pudermos ter sonhos.
Para detestar realmente os pesadelos.
De nada vale a liberdade fisica se a mente estiver
Presa a grilhões da consciência estática.
Para quem é real, o horizonte só depende de questionar.
O que não é.
E mesmo sabendo que rasgando as regras e leis,
Tudo a diante será sonho.
Sentimentos Apáticos

Sentimos muito, mas não sentimos nada por vocês.
Que inflamam ser livres ao se aprisionarem em seu gênero, em suas condições "naturais".
Sentimos muito, mas não nos faz sentido tal direção.
Talvez vocês nos achem arrogantes ou pensem que pensamos sermos melhores.
Mas é melhor para nós sermos os incógnitos que somos.
Talvez vocês nos achem irreais por realizarmos tudo que propomos.
Isso não é uma simulação! Nós somos reais! (Eu sou real!)
Mas talvez vocês pensem que não somos.
Isso porque vocês acham a liberdade uma utopia.
Acham que jamais acharão a essência do que é ser livre.
Acham que é atuação?

Sentimos muito se vocês tem mania de serem inferiores ou abusados...
Sentimos muito se vocês querem a igualde excluindo e segregando...
E nem percebem a contradição de tais vontades...
Sentimos sim, que estamos através de tais idéias e ideais...
Se vocês acham que nos achamos melhores ou superiores por isso,
Talvez vocês devam rever o que sentem realmente sobre o que propomos e sentimos.
Será que vocês acham melhores nossas ideias?

Sentimos muito, mas se sua ideia de liberdade é isso...
Não sentimos nada por vocês. E nada é nada...
Nem simpatia, nem antipatia.
Somente apatia.








Ousemos viver nossa vida inteira descobrindo, questionando, 
experimentando, sentindo, masturbando, viajando, buscando o novo, BRINCANDO, 
tentando ir mais longe nessa nossa relação com nosso corpo, 
e deixando a liberdade nos levar para seus caminhos incógnitos.
Como jovens e , melhor como crianças.
Sempre. Nos viviaremos nessa brincadeira. Tomemos, sobretudo e todavia, muito cuidado.

  O cuidado é indispensável porque nesse mundo toda alegria será perseguida.
Toda imaginação será encarcerada n a lógica do consumo.
Toda libertação do corpo será doença, aberração.
Toda vivência, existência ou ameaça de liberdade será duramente perseguida, 
sufocada, assassinada e escondida, seja com a força da lei, seja com a força da bala.

  Estar livre é um grande passo para estar sendo perseguido, 
encarcerado, internado, escondido e, tragicamente, morto.
E mesmo com esse perigo, vale a pena se viciar nessa coisa louca que é a liberdade. 





 A violência de um roubo!

Tanta garra e energia,
tantas vontades e sonhos
roubados a luz da lua.
E as sementes jogadas ao asfalto forma
banhadas com sangue e com muita dor.
Que as flores e frutos que a
maquina impediu de continuar,
Que os asfalto impediu de mostrar seu esplendor,
Floresça com a revolta em nossos corações.
Do contrário esse roubo será só mais um,
E essa morte só mais um numero nas estatísticas.



Cuidado de viver

Ter todo o cuidado na vida
Não é o suficiente para se viver mais.
Principalmente quando sua vida
Não depende unicamente de sua vontade...

Afinal, pode aparecer alguém
Que ache sua pele bonita e queira fazer de você um casaco.
Ou achar que você é forte e pode carregar
Uma carroça cinco vezes o seu próprio peso.
Ou pensar que você não sente dor,
E assim desmembrar todo seu corpo parte a parte,
O que por um lado pode até parecer divertido a tal alguém.
Ou quem sabe, enjaular você em algum lugar para fazer companhia...
Ou quem sabe achem de querer
Provar teu sabor porque disseram a esse tal alguém
Que você está aqui para servir pra isso e tudo o mais que foi citado...

Ter cuidado na vida
Não é suficiente mesmo para se viver mais.
E sim cuidar de vidas como vidas.
Tão necessárias a vida quanto você!



















Concessão do jugulo

Não arguiria jamais um real amor ao hipócrita laço eterno...
Afinal qual humano duraria tanto tempo em um único sentimento?
As paixões são com as estações, quentes ao verão, frias ao inverno
Floridas em primavera e decadentes ao outono vento...
jamais condenaria minha vontade a anulação...
Instituições mentais!
Prisões sentimentais!
Casamento não é nada mais que dois egoístas a realização!


* punkzine tam. A4, 20 paginas, desenhos, colagens, manifestos, poesias e textos sobre sentimentos, anti-regras/leis, medos, loucura, liberdade, vontades, anarquismo, vícios, faça você mesmx, eventos, releases, bandas, produções individuais e coletivas, veganismo, libertação animal, Rogatka Veggie bar (I$rael)...

Disponível para trocas, de quem faz pra quem faz!!

Faça tu mesmx ou morra!!!